Original Sundays é minha família.

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Modelos para House


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Lud Dourado

Deus dá muitos presentes para gente.

Pra mim ele escolheu dar amigos.

É com eles vou levando a vida.

Obrigada Camila Grattineli pela linda maquiagem

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‎Júlia Astigarraga (Projeto Ruivas)

Júlia essa ruiva lindinha que fotografei para o projeto que caminha devagar mas começou muito bem nesse 2011.

Assistente fofa: Fernanda Latorre

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Tayanne Alves

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Minha fotógrafa preferida!

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Bianca Queiroz para Ragga.


Fotos: Ana Slika
Produção: Julia Nogueira
Modelo: Bianca Queiroz
Beauty: Camila Grandinetti
Tratamento: Tete

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Gabriela Magnani para ragga

Para ver a revista clique aqui.

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Sabe quando um fã trabalha para um ídolo? Então! Rolou!

Tão feliz….

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Irmã…

Ela me ensinou coisas que minha mãe não podia ensinar.

Entendeu-me quando uma amiga não entenderia

Escolheu meu nome, por causa do rei Roberto  “Ana que saudade de vc”

Que sempre falou para parar de fazer drama.

Que cantava pra mim quando eu era pequena Eduardo e Mônica nas viagens para Iriri.

Não tinha medo do que as pessoas diziam.

Ela viveu intensamente.

Ela não era nada material E ao mesmo tempo nada sentimental.

Única pessoa que me tirava do serio, mas 5 minutos depois estava tudo bem.

Penso nela todos os dias e sinto a maior saudade que alguém pode sentir.

Quando ela fez 18 anos chegou com uma super tatuagem , eu fiquei encantada e ela me disse:

Quando uma de nós se for à outra tatua o nome no pé”.

Aqui está minha irmã.

Amo muito para sempre….

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Casamento João e Aninha( Muito amor e saúde para os meus amigos)

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Brotinho(Slika)

Fui no blog da minha amiga Tete e li essa texto que ela postou para minha pessoa.

Achei realmente muito eu, coloquei em negrito o que achei mais parecido !

Ser brotinho não é viver em um píncaro azulado: é muito mais! Ser brotinho é sorrir bastante dos homens e rir interminavelmente das mulheres, rir como se o ridículo, visível ou invisível, provocasse uma tosse de riso irresistível.

Ser brotinho é não usar pintura alguma, às vezes, e ficar de cara lambida, os cabelos desarrumados como se ventasse forte, o corpo todo apagado dentro de um vestido tão de propósito sem graça, mas lançando fogo pelos olhos. Ser brotinho é lançar fogo pelos olhos.

É viver a tarde inteira, em uma atitude esquemática, a contemplar o teto, só para poder contar depois que ficou a tarde inteira olhando para cima, sem pensar em nada. É passar um dia todo descalça no apartamento da amiga comendo comida de lata e cortar o dedo. Ser brotinho é ainda possuir vitrola própria e perambular pelas ruas do bairro com um ar sonso-vagaroso, abraçada a uma porção de elepês coloridos. É dizer a palavra feia precisamente no instante em que essa palavra se faz imprescindível e tão inteligente e natural. É também falar legalbárbaro com um timbre tão por cima das vãs agitações humanas, uma inflexão tão certa de que tudo neste mundo passa depressa e não tem a menor importância.

Ser brotinho é poder usar óculos como se fosse enfeite, como um adjetivo para o rosto e para o espírito. É esvaziar o sentido das coisas que transbordam de sentido, mas é também dar sentido de repente ao vácuo absoluto. É aguardar com paciência e frieza o momento exato de vingar-se da má amiga. É ter a bolsa cheia de pedacinhos de papel, recados que os anacolutos tornam misteriosos, anotações criptográficas sobre o tributo da natureza feminina, uma cédula de dois cruzeiros com uma sentença hermética escrita a batom, toda uma biografia esparsa que pode ser atirada de súbito ao vento que passa. Ser brotinho é a inclinação do momento.

É telefonar muito, estendida no chão. É querer ser rapaz de vez em quando só para vaguear sozinha de madrugada pelas ruas da cidade. Achar muito bonito um homem muito feio; achar tão simpática uma senhora tão antipática. É fumar quase um maço de cigarros na sacada do apartamento, pensando coisas brancas, pretas, vermelhas, amarelas.

Ser brotinho é comparar o amigo do pai a um pincel de barba, e a gente vai ver está certo: o amigo do pai parece um pincel de barba. É sentir uma vontade doida de tomar banho de mar de noite e sem roupa, completamente. É ficar eufórica à vista de uma cascata. Falar inglês sem saber verbos irregulares. É ter comprado na feira um vestidinho gozado e bacanérrimo.

É ainda ser brotinho chegar em casa ensopada de chuva, úmida camélia, e dizer para a mãe que veio andando devagar para molhar-se mais. É ter saído um dia com uma rosa vermelha na mão, e todo mundo pensou com piedade que ela era uma louca varrida. É ir sempre ao cinema mas com um jeito de quem não espera mais nada desta vida. É ter uma vez bebido dois gins, quatro uísques, cinco taças de champanha e uma de cinzano sem sentir nada, mas ter outra vez bebido só um cálice de vinho do Porto e ter dado um vexame modelo grande. É o dom de falar sobre futebol e política como se o presente fosse passado, e vice-versa.

Ser brotinho é atravessar de ponta a ponta o salão da festa com uma indiferença mortal pelas mulheres presentes e ausentes. Ter estudadoballet e desistido, apesar de tantos telefonemas de Madame Saint-Quentin. Ter trazido para casa um gatinho magro que miava de fome e ter aberto uma lata de salmão para o coitado. Mas o bichinho comeu o salmão e morreu. É ficar pasmada no escuro da varanda sem contar para ninguém a miserável traição. Amanhecer chorando, anoitecer dançando. É manter o ritmo na melodia dissonante. Usar o mais caro perfume de blusa grossa e blue-jeans. Ter horror de gente morta, ladrão dentro de casa, fantasmas e baratas. Ter compaixão de um só mendigo entre todos os outros mendigos da Terra. Permanecer apaixonada a eternidade de um mês por um violinista estrangeiro de quinta ordem. Eventualmente, ser brotinho é como se não fosse, sentindo-se quase a cair do galho, de tão amadurecida em todo o seu ser. É fazer marcação cerrada sobre a presunção incomensurável dos homens. Tomar uma pose, ora de soneto moderno, ora de minueto, sem que se dissipe a unidade essencial. É policiar parentes, amigos, mestres e mestras com um ar songamonga de quem nada vê, nada ouve, nada fala.

Ser brotinho é adorar. Adorar o impossível. Ser brotinho é detestar. Detestar o possível. É acordar ao meio-dia com uma cara horrível, comer somente e lentamente uma fruta meio verde, e ficar de pijama telefonando até a hora do jantar, e não jantar, e ir devorar um sanduíche americano na esquina, tão estranha é a vida sobre a Terra.

Paulo Mendes Campos

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Garota Ragga

Tratamento Flavia Balbino

http://www.ragga.com.br/digital/

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Primeira capa a gente nunca esquece….

Na  fase mais triste  da minha vida, recebi o convite da deslumbre sabrina de ir a São Paulo para fotografa- lo.

No começo confeso tensão é insegurança mas no final gostei do resultado.

Obrigado equipe Ragga pela confiança.

Para conferir a entrevista e reportagem clique aqui!

Agradecimento a Tete( Flavia Balbino que contribuiu com o tratamento)

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Quem é Ragga mês de julho

Coberturas do mês de julho:

Quem é Ragga- Jazz na Praça do Papa

Quem é Ragga- Flow

Quem é Ragga- Flow com Heron

Quem é Ragga- The Originalsundays

Quem é Ragga- Flow com PUFF

Quem é Ragga- Roxy com dj André Marques

Quem é Ragga- Jazz Savassi

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